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Para aéreas, franquia de bagagem não é perda de benefício


Após gerar diferentes posicionamentos, as novas regras das resoluções 400 e 401 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) voltou a ser debatida – desta vez por companhias aéreas durante a 45ª Abav Expo e 48º Encontro Comercial Braztoa. Embora a nova regulamentação contemple diferentes diretrizes, a franquia de bagagens ainda mantém a indústria e clientes cautelosos.

Para o vice-presidente da Avianca Brasil, Tarcísio Gargioni, a confusão pode ter sido gerada justamente por uma falha das companhias aéreas. “O que se deu a entender, infelizmente, é que o cliente teria perdido um direito”, explica. O fator bagagem, segundo ele, não determina de maneira significativa a tarifa.

Representando a Gol Linhas Aéreas, o gerente Consolidador, Fabrício Benato Jeronimo, os diferentes perfis de passageiros demandam tarifas personalizadas. “Nós temos um número grande e consolidado de viajantes corporativos e cerca de 80% deles não despacham bagagem.”

“As companhias estão oferecendo diferentes opções, que muitas vezes podem ser adaptadas de acordo com cada passageiro. O agente deve fazer o consumidor entender e descobrir o que for melhor para ele”, explica Jeronimo.

NOVOS NEGÓCIOS

Outro ponto levantado pela nova resolução são as famílias tarifárias. Segundo o executivo da Avianca Brasil, receitas auxiliares no mercado aéreo, nos últimos anos, têm crescido, com a adição de serviços como wi-fi, seguro viagem, sala vip, entre outros. “O agente terá um leque maior de serviços a oferecer aos seus clientes, uma vez sabendo que a adição de cada produto gerará o aumento da tarifa”, pontua Gargioni.

“Até pouco tempo atrás, o fator de atração eram as tarifas mais baratas. Hoje, com a estabilização da economia, o consumidor está, cada vez mais, pagando por serviços adicionais”, afirma Jeronimo. Para o executivo da Gol, é momento dos agentes de viagens se posicionarem de maneira ativa nessa nova fase de redescobrimento de demandas dos passageiros.



fonte: panrotas

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