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Airbus mira mercado chinês para venda de A380


Em expansão, o tráfego de passageiros chineses deverá demandar uma frota maior de aeronaves nos próximos anos, e talvez de modelos com maiores capacidades de transporte. De acordo com o CEO da Airbus na China, Eric Chen, nos próximos cinco anos, à medida que o tráfego aumentar, as companhias chinesas deverão encomendar entre 60 a 100 aeronaves A380. O que pode ser uma boa saída para esse modelo, o maior da fabricante, que tem enfrentado dificuldades para encontrar destinatários entre as companhias aéreas.

Até o momento, a Airbus já vendeu cinco unidades para a China Southern Airlines, porém ainda não conseguiu penetrar profundamente no mercado chinês. A fabricante, porém, tem lutado para competir com modelos menores e mais econômicos. A ideia de introduzir o modelo na preferência das aéreas chinesas se deve ao crescente número de viajantes.

“O que posso dizer é que, se uma companhia aérea assumir a liderança nas encomendas de um grande número de A380, as demais seguirão o mesmo caminho. Espero que haja esse efeito dominó — e nós trabalhamos para que isso aconteça”, afirma Chen.

A forte demanda na China por tais modelos, se confirmada, mudará o cenário em que até agora a aeronave se encontra, diz ele. “Precisamos trabalhar com essa falta de confiança em se operar os A380 nas companhias chinesas”.

Com uma demanda atual relativamente pequena, visto que a maioria das companhias preferem modelos que economizem mais combustível em viagens longas, modelos como o A350 ou o rival Boeing 787 são os mais requisitados.

Porém, uma vez que a China tem sido o mercado de aviação com os maiores índices de crescimento, o momento atual é bastante propício tanto para a Airbus quanto a Boeing a focar nesse público. A fabricante estadunidense, aliás, previu recentemente que o país gastaria mais de US$ 1 trilhão em aviões nos próximos 20 anos.

Em julho, a Airbus assinou um acordo para vender 140 modelos A320 e A350 para a China, o que acarretou em um montante de quase US$ 23 bilhões. Atualmente, o país representa 22% das entregas globais da fabricante.



fonte: Reuters via Panrotas


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