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Venda de aviões deve movimentar US$ 6,5 trilhões até 2036, estima Boeing

Boeing 737 em voo demonstrativo durante evento em Paris (Foto: REUTERS/Pascal Rossignol)

Previsão é parecida com a da rival europeia Airbus, que avalia demanda do setor dos próximos 20 anos em US$ 5,3 trilhões. Tráfego de passageiro também deve aumentar 4,7%.

A fabricante americana de aeronaves Boeing divulgou nesta terça-feira (20) que a frota mundial de aviões será duplicada até 2036 e movimentará cerca de US$6,5 trilhões. Ao todo, segundo a companhia, devem ser produzidos 41.030 novos aviões ao longo dos próximos 19 anos.

Essa previsão é parecida com a de sua principal rival, a fabricante europeia Airbus, que recentemente avaliou a demanda dos próximos 20 anos em 35.000 aviões por um valor de US$ 5,3 trilhões.

Ainda segundo a Boeing, o tráfego de passageiros aumentará 4,7% nos próximos vinte anos. A Ásia será o principal motor do setor nos próximos anos, particularmente suas companhias de baixo custo (low cost) que utilizam aviões de média distância, como o 737, da Boeing, e o A320, da Airbus.

A previsão é que o continente também lidere o número de demandas, com 16.050 novas aeronaves. O número é o dobro do previsto para a a América do Norte, de 8.640 aviões, e da Europa, de 7.530.

Ainda segundo a Boeing, também haverá uma demanda significativa de 3.350 aeronaves no Oriente Médio e de 3.010 aviões na América Latina, assim como 1.230 da Comunidade de Estados Independentes (CEI), países da antiga União Soviética, e 1.220 da África.

Já por setores, a companhia norte-americana prevê uma demanda de 29.530 novos aviões de média distância e 9.130 de longa distância, assim como uma demanda de 2.370 aviões regionais.

De acordo com Randy Tinseth, vice-presidente de marketing da filial de aviação civil da Boeing no salão aeronáutico de Le Bourget, na França, também "haverá uma forte demanda para substituir (os atuais) aviões".



fonte: exame
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