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Sindag tem a primeira empresa de drones no mundo associada a uma entidade aeroagrícola


A Skydrones Tecnologia Aviônica S/A, de Porto Alegre/RS, se tornou a primeira empresa de aparelhos não tripulados a se associar ao sindicato de aviação agrícola. Ela foi uma das sete novas sócias do Sindag este ano – as outras foram a AAGIR Aeroagrícola Giruaense Ltda, de Giruá/RS; Aerotek Aviação Agrícola, de Quirinópolis/GO; Asa Aviação e Serviços Aero Agrícolas Ltda, de Catanduva/SP; Camponesa Aviação Agrícola Ltda, de Tapes/RS; Nativa Aviação Agrícola Ltda, de Santo Augusto/RS, e Ultraer Aero Agrícola Ltda, de Leme/SP todas com frotas de aviões.

Ao todo, o Sindag tem 121 associadas entre as 240 empresas aeroagrícolas do Brasil. E o País tem a segunda maior frota mundial de aeronaves agrícolas, com 2.083 aviões e seis helicópteros.

Ao que tudo indica, a iniciativa do Sindag é novidade no mundo, já que não se tem notícia de outra empresa de drones em uma entidade aeroagrícola. Nos Estados Unidos, por exemplo, maior mercado aeroagrícola do mundo (o Brasil é o segundo maior) a Associação Nacional de Aviação Agrícola (NAAA) está engajada em exigir do governo um regramento mais rigoroso sobre aeronaves não tripuladas – inclusive obrigando o uso de transponder (aparelho que emite sinais de sua presença e localização) nos drones.

APROXIMAÇÃO

“Lá, a FAA registrou 190 casos de quase colisão entre aviões e aparelhos remotos, entre agosto de 2015 e janeiro de 2016, a maioria envolvendo drones operados não profissionalmente”, explica o diretor-executivo do sindicato, Gabriel Colle. Aqui, enquanto a novidade ainda não teve o boom verificado nos Estados Unidos, a estratégia foi aproximar as partes e construir uma relação que garanta segurança sobre as lavouras, contribuindo para regras coerentes (a regulamentação ainda está sendo elaborada pela Anac) e privilegiando operadores profissionais.

Tanto que em outubro do ano passado a Skydrones já havia participado do Congresso Nacional de Aviação Agrícola (Congresso Sindag), promovido pelo sindicato do setor em Botucatu/SP. O que também foi uma novidade para o evento, que ocorre anualmente em uma região diferente do País.

“As aeronaves não tripuladas são uma ferramenta tecnológica a mais na aviação agrícola, em complemento às operações feitas por aviões ou helicópteros, por exemplo, em áreas menores, de relevo mais acidentado ou em arremates de recortes em pontos específicos”,

Conforme o CEO da empresa porto-alegrense, Ulf Bogdawa, os drones não podem substituir o avião ou helicóptero no trato de lavouras, porque têm capacidade bem menor de aplicação. “Mas são uma ferramenta tecnológica a mais para os operadores, em complemento às aeronaves, por exemplo, em áreas menores, de relevo mais acidentado ou em arremates de recortes em pontos específicos da lavoura”.

Na mesma linha, o presidente do Sindag, Júlio Kämpf, ressalta que os drones podem representar um ganho de segurança em lavouras pequenas. “É provável que venha a substituir os pulverizadores costais”, exemplifica.

Além disso os aparelhos remotos servem para mapear e fazer levantamentos, por exemplo, sobre a sanidade das lavouras – ainda o principal emprego dos drones na agricultura brasileira.



fonte: SINDAG



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