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Minha experiência como voluntário - Por: Rodrigo Ribeiro

Até pouco tempo atrás, a maioria dos trabalhos voluntários provinham de ações pessoais, grupos escolares e religiosos. De um tempo para cá isso mudou, as empresas viram com outros olhos o voluntariado, e aos poucos as pessoas enxergam a importância dessa função para eventos e ações corporativas. Além do benefício em auxiliar com algo a ou alguém, ainda é possível ir além e desenvolver-se pessoalmente, profissionalmente e realizar o tão famoso networking.

Foto: Rodrigo Ribeiro De Sousa

Minha primeira impressão quanto a voluntariado em ações e eventos corporativos não foi muito boa, ver empresas gastando bilhões em grandes eventos como a Copa do Mundo e a Olimpíada me dava um sentimento de desgosto frente às pessoas que se submetem a saírem de suas cidades para atuar de forma gratuita e muitas vezes não ter se quer uma contrapartida ofertada por estas corporações. Mas se elas se submetiam a este tipo de coisa, é porque algo em troca eles adquiriam, não, não falo de bens materiais, isso é o de menor relevância em ações como está, mas um ‘benefício’ pessoal que eu não sabia a sensação, pois nunca tinha atuado nesta frente.

Foto: Rodrigo Ribeiro De Sousa

Apaixonado por aeronaves como sou, estudante de Aviação Civil e curioso nato em assuntos de aerodesporto, vi o evento IBAS como uma excelente oportunidade de expandir meus conhecimentos, ver e rever amigos que somente se encontram em ‘Portões abertos’ e obviamente o contato com a cadeia aeroespacial que é quase impossível de chegar sozinho. Neste meio tempo, já com passagens compradas para o final de semana do evento, apareceu em minha rede social um anúncio do evento, recrutando voluntários. Não pensei muito e me inscrevi, após algumas etapas fui selecionado e me vi embarcando para a minha primeira experiência no voluntariado, e num evento gigante de temática que não só estudo, mas amo.

Foto: Rodrigo Ribeiro De Sousa

Depois de 05 dias acordando cedo e dormindo tarde, trabalhando para que o evento fosse um sucesso, observando detalhes, só pude pensar no quanto a função é importante, no quanto evoluímos pessoalmente, quantas pessoas conhecemos e quantas faces distintas vemos, não só fisicamente, mas caráter e personalidades distintas. Lidar com públicos diferentes como lidei; civis de diversas camadas sociais, altos executivos internacionais, autoridades e especialistas no assunto que se dispõem a colaborar significativamente para a indústria aeroespacial e para a sociedade, para a segurança de todos.

Sinto-me realizado e útil ao final, revi meu posicionamento para voluntariado e como voluntário, pude conhecer pessoas magníficas, revi e fiz novos amigos que vão durar muitos anos. Lidei e conheci pessoas de diversos estados, do Norte ao Sul, da parte nobre da capital carioca ao interior fluminense, de olhos claros ao BlackPower.

Foto: Rodrigo Ribeiro | Museu do amanhã

Ver a expressão curiosa de uma pessoa que não sabia nada de aviação, aos olhos maravilhados de crianças entusiastas com tema aviação, e que eventos como este podem direcionar o futuro de muita gente, expandir amores e descobrir amores. Que este seja o primeiro de muitos, e ao final todos possam ter seus objetivos cumpridos e enfim, que a cultura aeroespacial possa ser cada vez mais debatida e apreciada.


Sobre mim: Turismólogo quase de formação, atualmente estudante universitário de Aviação Civil e amante de aeronaves.

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