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Ricardo Miguel critica modelo de certificação durante a Ibas (International Brazil Airshow)


Em evento batizado de Wings of Change Brazil 2017, promovido pela IATA, presidente da Abesata afirma que postura abre espaço para aventureiros e teme que política de “Céus abertos” já esteja valendo para o ground handling

Ontem (30.03), dentro do IBAS (International Brazil AirShow), começou o seminário Wings of Change, promovido pela IATA (International Air Transport Association) com uma série de workshops sobre temas como aeroportos, financiamentos, ground handling, TI & automação e outros. O presidente da Abesata, Ricardo Miguel, participou do workshop sobre ground handling, no painel “Benefícios da padronização e certificação para o setor”.

Ao lado de um diretor da IATA, um diretor da GOL e um representante da Dnata, empresa de ground handling, Miguel falou dos instrumentos que existem hoje para a padronização dos serviços em solo, o próprio Isago, da IATA, e de um selo de qualidade a ser criado pela Abesata. Apesar de ser um motivador natural do Isago, aproveitou a oportunidade para exigir a presença da autoridade pública no processo de licença de uma Esata.

"O modelo criado pela agência reguladora é inadequado e abre espaço para aventureiros, ainda mais em tempos de crise”, ressaltou. Atualmente, estão sendo aceitas empresas não qualificadas como esata (empresa auxiliar do transporte aéreo), sem certificação e capacitação especial, sem nem um diretor de operações experiente, para trabalhar no atendimento em solo de aeronaves dos aeroportos brasileiros. Para Miguel, parece que no ground handling, a proposta de “ceús abertos”, tão defendida na abertura do IBAS pelo governo e agência reguladora americana, já está em vigor para o ground handling no Brasil. 

O Ibas acontece em uma área de 40 mil metros quadrados, no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional do Galeão e vai até domingo.



fonte: Egom PR Agency
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