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Malaysia crê na "maior reviravolta da história da aviação"


O novo diretor executivo da Malaysia Airlines Berhad (MAB), Peter Bellew, está confiante em trazer "a maior reviravolta da história da aviação", ao apresentar seus planos para ajudar na recuperação da companhia. Ainda assim, ele reconhece a dificuldade no negócio. A Malaysia tenta se recuperar após dois acidentes em um curto período de tempo, em 2014, que deixaram centenas de mortos. A aérea já vinha em baixa financeira desde 2011, e o os acidentes do MH17 e MH370 agravaram a situação.

Em entrevista ao Channel News Asia, Bellew revelou que o fator de ocupação média da MAB é atualmente de 68%. O diretor executivo acredita que, ao longo dos próximos 18 meses, a companhia conseguirá chegar ao valor de 80%.

REDUÇÃO DE CUSTOS

Para isso, Bellew apontou uma série de medidas de redução de custos que já foram postas em prática. Um exemplo que foi relatado no início deste mês foi a introdução de etiquetas de bagagem self-print obrigatórias.

No entanto, Bellew também enfatizou que a maioria dos cortes não afetariam passageiros. "É uma atenção ao detalhe em todas as áreas, mas particularmente no lado dos custos", disse.

Com resultado, Bellew revelou que a companhia pagou 40% menos no pedido do B737 Max feito no mês passado em comparação com outro pedido feito anos antes, enquanto os custos do aeroporto estão caindo por 35% a 40%

PREÇOS AGRESSIVOS

Segundo o diretor, os clientes da companhia podem esperar que ela se torne mais agressivo com os preços dos bilhetes, bem como com as suas promoções. "Acho que fui um pouco tímido com a promoção de nós mesmos", disse Bellew. “Nós geralmente tínhamos um preço médio para tudo – não éramos os mais caros e também não éramos o mais barato. Então, nós estamos indo para uma linha muito mais agressiva em nossas tarifas."

TERMINAL

Outro plano é mover algumas de suas operações de voo para o terminal de baixo custo no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur. "Estamos planejando para operar alguns voos de lazer a partir KLIA2 em 2017, onde os custos são mais baixos em US$ 8 por passageiro ou US$ 1.338 por voo do que o principal terminal de KLIA. Com um voo diário, isso irá resultar em uma economia de US$ 488.581 por ano", explicou o diretor.




fonte: panrotas *Com informações de: Business Traveller
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