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Companhias aéreas anunciam cortes de voos e investimentos para o Reino Unido


Nem todos os setores se favoreceram com a decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia. Para se ter uma noção, nos últimos 20 dias três companhias aéreas europeias decidiram frear seus investimentos e rever planos estratégicos de criação de novos voos para o mercado britânico. São elas: a francesa La Compagnie, a irlandesa Ryanair e a húngara Wizz Air.

A La Compagnie anunciou (06/09) que não vai mais operar rotas para Londres, concentrando seus investimentos em voos entre Nova York e Paris. Em nota, a francesa acredita que o “resultado do referendo da União Europeia criou níveis sem precedentes de incertezas econômicas para aquelas companhias que operam voos para Grã-Bretanha, o que nos obrigou a acelerar nossos desenvolvimentos na rota Paris-NY”. Para a La Compagnie, é preciso que um análise detalhada do mercado seja realizada a fim de conhecer o “novo terreno”.



A húngara Wizz Air era outra companhia que estava animada com seus investimentos contínuos no mercado britânico, mas já decidiu desacelerar o crescimento de capacidade de seus voos para o destino. A companhia, que já transportou mais 30 milhões de passageiros para o Reino Unido, reduziu os planos de crescimento de capacidade de 30% para 15%, após o referendo. De acordo com o próprio CCO da Wizz Air, Owain Jones, o comprometimento com o mercado britânico continua, “mas não iremos aumentar frequências em rotas já existentes, como tínhamos antecipado”.



Por fim, a low-cost irlandesa Ryanair. Após ter cogitado e prometido, a companhia de baixo custo enfim cortou seus planos de crescimento no mercado britânico para apenas 6% entre os anos de 2017 e 2018, número bem abaixo dos 15% que estão planejados para o biênio 2016/17. Apesar deste corte, a Ryanair afirmou que ainda tem planos de ultrapassar a easyJet como a companhia número 1 do Reino Unido nos próximos 12 meses, algo que não é difícil de acontecer. Isto porque, no momento a britânica tem 22% do marketshare, enquanto a irlandesa vem logo atrás com 18%.



fonte: mercado e eventos
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