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IATA pede padrão global para proteção ao consumidor na AL


ANAC colocou em consulta pública uma série de propostas para revisar as Condições Gerais do Transporte Aéreo

A IATA (Associação Internacional do Transporte Aéreo) instou os governos da América Latina a adotarem princípios de regulamentação mais inteligentes no transporte aéreo da região, com o objetivo de alinhar os regulamentos de proteção dos consumidores aos padrões globais.

"Sob o pretexto de proteger o consumidor, temos visto uma proliferação de regimes prescritivos e de direitos de passageiros não harmonizados. Embora a intenção seja proteger o passageiro, muito frequentemente essa realidade simplesmente adiciona custos às companhias aéreas no seu objetivo de oferecer o melhor serviço ao cliente", afirmou o CEO e diretor-geral da IATA, Tony Tyler, que participou da FIDAE, feira do setor aéreo realizada em Santiago, no Chile.

No Brasil, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) colocou em consulta pública uma série de propostas para revisar as Condições Gerais do Transporte Aéreo. Estão em discussão mudanças na franquia de bagagem e assistência aos passageiros em caso de voos atrasados ou cancelados por condições meteorológicas, entre outras.

Em discurso durante o evento, Tyler alertou para o impacto da crise política e econômica do Brasil na aviação comercial. E criticou o governo brasileiro, ao afirmar que ele tem uma abordagem de "mão pesada e desigual" na regulação sobre o setor aéreo. Como exemplo, ele citou a política de "inflacionar" o preço do combustível dos aviões.

"O Brasil, uma das maiores economias da região, está atolado em uma crise política e econômica. O declínio da economia brasileira tem sido prejudicial para a demanda de tráfego aéreo em um país que já é um lugar difícil para as companhias aéreas fazerem negócios", acrescentou Tyler.




fonte: aviação paulista
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