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Qantas assina declaração histórica no Palácio de Buckingham

Príncipe William recebe líderes de empresas de transportes e instituições no Palácio de Buckingham para assinatura do acordo contra o tráfico de animais selvagens e o transporte ilegal


Companhia é uma das que se comprometeram a ajudar na luta contra o transporte ilegal de animais selvagens



Líderes de companhias aéreas, empresas de transporte, organizações intergovernamentais e instituições de caridade, se reuniram na semana passada no Palácio de Buckingham, na Inglaterra, para assinar uma declaração contra o tráfico de animais selvagens e o transporte ilegal numa corrida contra a extinção, proposta pelo príncipe e Duque de Cambridge, William.

Chamada de Declaração de Força-Tarefa das Nações para a Vida Selvagem Internacional contra o Transporte Ilegal de Produtos Animais, é resultado de um ano de pesquisas e reuniões até a elaboração do acordo, o qual prevê: desenvolvimento de sistemas de compartilhamento de informações para que a indústria de transporte receba informações sólidas sobre rotas de alto risco e métodos de transporte; apoio a um sistema seguro para repasse de informação suspeita de comércio ilegal de animais selvagens entre o setor de transporte e alfândegas e autoridades policiais; notificação a autoridades competentes sobre cargas suspeitas de conterem animais selvagens e seus produtos ilegalmente e, onde cabível, a recusa do transporte de tal carga.

“Esta declaração reforça as políticas e procedimentos que nós já adotamos, e nos comprometemos a continuar disseminando a consciência do impacto da caça até zerar essa prática”, afirma Alison Webster, Gerente Executivo Qantas Freight e Qantas Catering Group.

Ao assinar o documento, as organizações se comprometem a adotar onze medidas que irão elevar os padrões para evitar que traficantes de animais explorem os pontos fracos das companhias de transporte. Além de firmarem compromisso de compartilhamento de informações, formação de pessoal, melhorias tecnológicas e divisão dos recursos entre empresas e organizações de todo o mundo. As principais empresas globais de transporte também terão que fornecer assistência nos países mais pobres que passam por treinamentos e recebem novos sistemas de controle.

"Se permitirmos a continuidade das práticas atuais, não haverá elefantes ou rinocerontes africanos nos próximos 25 anos. A crise da caça ilegal incita violência, morte e corrupção em muitas comunidades vulneráveis. Além de ameaçar o roubo dos meios de subsistência de futuras gerações nas regiões em que o turismo da vida selvagem é o núcleo da economia local”, explica o príncipe e Duque de Cambridge, William.

A Qantas Freight adotou regulações nacionais e internacionais para o transporte de animais e produtos animais, especialmente as da Convenção do Comércio Ilegal de Espécies Ameaçadas de Extinção da Flora e Fauna (CITES, sigla em inglês), e decidiu não transportar animais proibidos pela CITES, bem como os troféus de caça de animais, incluindo leões, elefantes, rinocerontes e tigres, ou produtos feitos de barbatana de tubarão.

“Sabemos que ainda há muito a ser feito, mas este é mais um importante passo contra o transporte ilegal de animais silvestres”, finaliza Alison Webster, da Qantas.

Sobre a Qantas Airways

Fundada em Queensland, Austrália, em 1920 – sob o nome de Queensland and Northern Territory Aerial Service - Qantas é uma das marcas mais icônicas da Austrália e tem desempenhado um papel central no desenvolvimento da indústria de aviação australiana e internacional. Hoje, o Grupo Qantas é uma empresa global diversificada de aviação, compreendendo a Qantas Domestic, Qantas International, o grupo low-cost Jetstar e Qantas Loyalty. No total, o Grupo Qantas opera mais de 7.300 voos por semana e, juntamente com seu codeshare e parceiros da oneworld, oferece voos para mais de 1.000 destinos em todo o mundo. O Grupo Qantas transporta 47 milhões de passageiros por ano e emprega mais de 30.000 pessoas.




fonte: VIANEWS Comunicação Integrada
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