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Aeroporto Internacional de Belém realiza simulado de emergência no Rio Pará


O Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans – Júlio Cézar Ribeiro (PA) realizou (24/2) o Exercício Simulado de Emergência em Aeródromos (Esea) – Módulo Salvamento Aquático. O treinamento, que cumpre a Resolução nº 234/2012 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), tem como objetivo avaliar o Plano de Emergência (PLEM) e os recursos internos e externos do aeroporto para lidar com uma situação de acidente aeronáutico em áreas aquáticas.

A atividade foi realizada na área de aproximação para pouso da cabeceira principal do aeroporto, onde se concentram 97% das movimentações de aeronaves, próximo às margens do Rio Pará, na Base Naval de Val-de-Cães. O exercício simulou a queda de uma aeronave tipo B737-800, com 30 vítimas, procedente de Marabá, no Rio Pará, devido a problemas no motor. Todos os acionamentos previstos no Plano de Emergência (PLEM) do aeroporto foram adotados, iniciando-se os procedimentos de cada elo participante, da preparação dos equipamentos para o salvamento até os procedimentos de socorro.

A atividade contou com a participação de 130 pessoas entre funcionários orgânicos da Infraero, colaboradores das companhias aéreas que operam no Val-de-Cans e demais órgãos envolvidos, contando ainda com o apoio do Comando do 4º Distrito Naval, da Base Aérea de Belém, do Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará e do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Belém (DTCEABE). O exercício foi acompanhado pelo superintendente do Aeroporto Val-de-Cans, Abibe Ferreira Junior, pelo comandante do 4º Distrito Naval, alm. Alípio Jorge, e pelo chefe do DTCEABE, cel. Benedito Plautílio.

O gerente de Segurança do Val-de-Cans, José Romildo Neves, falou sobre a importância do treinamento. “O salvamento aquático apresenta desafios únicos em uma operação de salvamento. O preparo para responder a um eventual incidente se torna ainda mais necessário neste caso”, pontuou.

O capitão de Fragata Ricardo Jaques, chefe de Operações do 4º Distrito Naval, por sua vez, destacou a oportunidade de pôr em prática procedimentos específicos em uma emergência. “Neste exercício verificamos o grau de interação entre os elos do sistema e pudemos treinar, com o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), os procedimentos de resgate de pessoas politraumatizadas, com fraturas e em estado de pânico”, disse.

Já o superintendente de Belém, Abibe, destacou a integração entre os elos envolvidos para solucionar uma emergência aeronáutica. “O Esea enfatiza a integração dos profissionais e dos órgãos envolvidos para responder a uma situação como essa. Vale ainda destacar o profissionalismo e dedicação de todos os envolvidos no evento”, concluiu.


fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero

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