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Empresas de ground handling se reúnem em Brasília para discutir a integração operacional durante os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos


Evento organizado pela Secretaria de Aviação Civil vai abordar a demanda de público e bagagens, a questão da acessibilidade e o impacto nas operações das Esatas



Na próxima terça-feira, dia 15 de setembro, acontece em Brasília uma reunião para discutir os impactos dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 para a aviação comercial, em especial para o segmento de ground handling. A reunião, convocada pela Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero), vai contar com a participação do presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo), Ricardo Aparecido Miguel, e de representantes de todas as empresas associadas, além da BR Aviation e da Shell.

Em pauta, os aeroportos afetados durante o período dos jogos - Galeão e Santos Dumont no Rio de Janeiro, obviamente, Guarulhos e Congonhas em São Paulo, Viracopos em Campinas, e ainda os aeroportos de Salvador, Manaus, Brasília e Confins – e o impacto na rotina das Esatas, como são chamadas as empresas auxiliares do transporte aéreo. Os participantes vão discutir a estimativa de demanda nas origens e destinos, tanto de público quanto de bagagem e carga aérea, e avaliar uma proposta de integração operacional – pool de handling, usado com sucesso na Copa do Mundo. Na oportunidade, serão apresentados os relatos dos simulados de acessibilidade já realizados.

“A exemplo do que foi feito na Copa do Mundo, as esatas estão a postos para trabalhar em conjunto e atender a demanda das Olimpíadas com tranquilidade, priorizando o sucesso do evento esportivo” disse o presidente da Abesata. Para ele, apesar dos jogos estarem concentrados no Rio de Janeiro, vários aeroportos serão afetados, em especial pelo futebol, e as olímpiadas trazem duas novas questões – as bagagens, que não eram tão diferenciadas na Copa do Mundo como são agora com a diversidade de modalidades esportivas e a acessibilidade dos paraatletas.

Saiba mais sobre o segmento de serviços auxiliares

No Brasil, as chamadas Esatas (Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo) estão presentes em 70% das operações da aviação comercial, seja na realização de serviços operacionais (abastecimento de água, catering, carregamento de bagagem etc), serviços de proteção, serviços de emergência e serviços comerciais. Os dados fazem parte do levantamento do 1.° Anuário Brasileiro de Serviços Auxiliares de Transportes Aéreos, lançado no fim do ano passado.

Ao todo existem hoje 211 empresas de Esatas no Brasil, sendo que a maior parte está em São Paulo, 70 companhias, seguido de Minas Gerais, com 45, Rio de Janeiro, 36, e Rio Grande do Sul, com 31 empresas do setor. A maioria se concentra na prestação de serviços operacionais para as empresas aéreas regulares, 147 empresas, mas muitas estão envolvidas com outros serviços, tais como atendimento de aeronaves (60), limpeza de aeronaves (50), movimentação de carga (50), atendimento e controle de embarque de passageiros (38), entre outros. 




fonte: Egom PR Agency
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