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Inauguração de puxadinho em Confins é adiada por falta de licenciamento


Em reunião extraordinária do Copam, conselheiros pedem vista ao processo de licença do terminal de passageiros 3 do aeroporto internacional



A inauguração do terminal de passageiros 3 do aeroporto de Confins não será mais em agosto. Três integrantes do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) pediram vista ao processo que analisa o pedido de licença de operação em reunião extraordinária na manhã desta terça-feira. Com isso, a votação do parecer elaborado pela equipe técnica da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável volta à próxima reunião ordinária, marcada para 1º de setembro.

A intenção da BH Airport, concessionária operadora do aeroporto, era inaugurar o terminal o espaço ainda em agosto, transferindo para lá todos os voos internacionais. “Enquanto não tiver licença de operação não pode ser usado”, afirma o superintendente de Regularização Ambiental da Semad, André Ruas, presidente da reunião.

Os pedidos de vista foram feitos pelo Ministério Público, Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas (Fonasc) e ONG Ponto Terra. Segundo o presidente da organização não-governamental e ex-vice-prefeito de Belo Horizonte, Ronaldo Vasconcellos, o relatório não era claro em alguns pontos. “Para todo empreendimento tem de haver uma medida compensatória. No parecer é citado apenas 'em passant' (de passagem) o que foi feito”, afirma.

O parecer apresenta quatro condicionantes consideradas cumpridas pela equipe técnica, o que levou os autores a sugerir o deferimento da licença. Outras duas condicionantes foram acrescentadas: a apresentação de relatório semestral relativo ao controle ambiental do empreendimento e a elaboração de projeto paisagístico para o estacionamento e os acessos viários do terminal até novembro.

O terminal ocupa o prédio antigamente usada para a aviação geral. A ampliação do mesmo começou ainda na gestão da Infraero. A previsão era que fosse entregue até a Copa do Mundo. Mas a soma de atrasos no processo licitatório e demora nas obras dificultaram a conclusão.



fonte: Estado de Minas



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