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Lufthansa assume: DCC chega para “quebrar” distribuição


DO PRESSTUR

“Isso não é uma tática negocial”, garantiu a vice-presidente de Vendas e Serviços na Europa da Lufthansa, Heike Birlenbach, sobre o anúncio de introdução a Distribution Cost Charge (DCC), que gerou grande repercussão no mercado há algumas semanais. A executiva, aliás, foi além: assumiu que a introdução da taxa GDS pelo grupo a partir de 1º de setembro é para “quebrar” o atual modelo da distribuição controlado por três GDS

“Há muitas companhias aéreas e milhares de pontos de venda, mas apenas três GDS que basicamente controlam tudo”, declarou ela. Heike fez questão também de salientar que a decisão da Lufthansa não é no sentido de “assumir as tarefas das agências”, às quais garantiu que o grupo quer até reforçar a cooperação.

“A nossa parceria com vocês [agentes] é importante e queremos mantê-la. Gostaríamos de colaborar mais”, acrescentou, embora também tenha admitido que a solução que o grupo adotou trará mais trabalho para a companhia, além do fato dessa alternativa (reservas nos websites das aéreas do conglomerado) não trazer os mesmos resultados de um GDS.

Para a Travel Weekly, a representante do conglomerado garantiu que o Grupo Lufthansa está determinado a seguir com a estratégia, mesmo sabendo que outras companhias aéreas não o seguirão neste momento, por conta dos contratos que possuem com os GDS.

O grupo avançou para a criação da taxa por razões econômicas, segundo ela, e porque defende que é preciso romper com o atual modelo da distribuição. Heike Birlenbach também desafiou as agências de viagens a “repensarem o seu modelo de negócio, no que diz respeito ao retorno financeiro dos GDS”.



fonte: Panrotas / Renê Castro



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