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Embraer fechou 1º semestre com US$ 23 bilhões em pedidos firmes


A fabricante de aeronaves Embraer atingiu patamar recorde em sua carteira de pedidos firmes, de US$ 22,9 bilhões no fim do segundo trimestre de 2015, volume 12,25% superior ao portfólio apurado em março.

As encomendas, em sua enorme maioria, são de clientes americanos. As companhias aéreas dos Estados Unidos são responsáveis por 63% dos pedidos e aguardam 335 aviões novos, de um total de 531 unidades (ver tabela abaixo). A fatia é muito maior do que a do segundo colocado da lista, a Índia, com 50 unidades encomendadas, que correspondem a 9,4% da carteira total. Também em destaque ficam China, com 41 aviões a receber, e Brasil, com 35 - de encomendas feitas pela Azul.

O destaque do trimestre foi os US$ 2,6 bilhões em pedidos firmes, pelo atual preço de lista, anunciados durante o Paris International Air Show, realizado em junho. O valor inclui sete jatos E19o para a chinesa Colorful Guizhou Airlines; oito E175 para a americana SkyWest Airlines, que serão operadas pela Alaska Airlines; dez E175 para a United Express; além de 15 aviões do modelo E190-E2 e dez do E195-E2 para a empresa de leasing Aircastle.

Em maio, a Embraer havia anunciado pedidos da Tianjin Airlines para 22 aeronaves, o que tornou a companhia a primeira aérea chinesa a adquirir E-Jets E2. No mesmo período, outro contrato foi anunciado com a Azul para a venda firme de 30 jatos
E195-E2.

A equipe de análise do BTG Pactual espera dinâmica positiva de conversão de opções de compra de clientes americanos para que a Embraer mantenha a taxa de entrega em relação à carteira de pedidos (“book-to-bill”) acima de um neste ano, diz relatório assinado por Renato Mimica e Samuel Alves. O indicador acima de um mostra que mais pedidos estão sendo recebidos do que entregues.

A fabricante brasileira anunciou ainda as entregas feitas entre abril a junho. Foram 6o jatos, dos quais 27 do segmento comercial e 33 do executivo. No mesmo período do ano passado, foram entregues 58 unidades.

No segmento de aviação comercial, foram 22 unidades do modelo E175, três do E19o e dois do E195 no trimestre. No semestre, são 47 aeronaves do segmento, sendo 42 do modelo E175, três do E19o e dois do E195. Em aviação executiva a Embraer entregou 33 aviões, sendo seis Phenom 100, 20 unidades do Phenom 300, três do Legacy 500, três do Legacy 650 e um jato Lineage 1000. No semestre, foram entregues 45 jatos executivos.

Para o BTG, as entregas no segundo trimestre foram levemente mais fracas do que o esperado. A empresa entregou um jato comercial acima do projetado pelo banco e quatro executivos abaixo do esperado, além do mix mais fraco, com a concentração em aviões menores.

Como resultado, o BTG espera compressão de 190 pontos base da margem Ebitda no segundo trimestre, passando de io,6% para 8,15%. Mais especificamente, o banco espera receita líquida de US$ 1,7 bilhão, queda de 3,5% na comparação anual, com impacto da desaceleração do segmento de defesa.

A avaliação do Credit Suisse, no entanto, é diferente. Para a instituição, os dados vieram “muito fortes”. Segundo essa casa de análise, a Embraer divulgou não apenas ótimos dados de entrega na divisão comercial, como também na executiva.

“No primeiro semestre, a fabricante já entregou 47 E-jets, em comparação com a projeção de 95 a 100 unidades para o ano todo, e 45 aviões executivos. Destacamos que, no segmento executivo, as entregas são normalmente concentradas na segunda parte do ano”, afirma o banco. A empresa está bem posicionada para atingir as suas projeções, de acordo com relatório




fonte: Valor Econômico



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