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Anac libera drone com câmera para combate à dengue em Chapecó, SC


Um drone com uma câmera começou a ser utilizado (21/05) no combate à dengue em Chapecó, no Oeste catarinense. A cidade conseguiu liberação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para que esse veículos aéreos não tripulados "vigiem" quintais e terrenos baldios, em busca de focos do mosquito transmissor.

Foram quase dois meses de espera pela liberação. O veículo aéreo não tripulado vai sobrevoar áreas de difícil acesso. Segundo a Secretaria de Saúde do município, são quase 2 mil pontos abrangidos pelo sobrevoo. A ideia é identificar criadouros da dengue em espaços como telhados, caixas d'água e terrenos baldios.

O drone fornece imagens em tempo real para dois monitores. Eles serão acompanhados por agentes de saúde. O aparelho também fará fotos e vídeos. A nova tecnologia será utilizada em Chapecó até que sejam eliminados todos os criadouros do mosquito da dengue.

O drone fará um trabalho de mapeamento estratégico, auxiliando a rotina dos agentes de saúde. "Nós estaremos com uma equipe no monitoramento, buscando esses locais, e imediatamente já serão feitas todas as medidas cabíveis. Já se faz a remoção dos possíveis criadouros", disse a secretária de saúde de Chapecó, Cleidinara Weirich.

Depois do registro de possíveis focos, os moradores serão notificados e podem até ser multados se não colaborarem.

A prefeitura não divulgou o valor do investimento, mas garante que o custo é baixo com relação aos benefícios.

Suzana afirma que o uso de drones é uma iniciativa isolada de Chapecó. No restante do estado, o combate é intensificado com maior números de agentes e uso de inseticida de baixo volume. "Mas a estratégia mais efetiva é a população colaborar e retirar a água parada dos recipientes", afirma Suzana.

De acordo com a Anac, além de Chapecó, somente a cidade de São José dos Campos (SP) possui autorização para operar veículo aéreo não tripulado na inspeção de focos da dengue.

Dengue em SC

Chapecó tem 23 pessoas que contraíram dengue na cidade, considerados casos autóctones. Conforme o último relatório da Diretoria de Vigilância Sanitária (Dive), são 569 focos no município.Segundo a Secretaria de Saúde, com relação a 2014, o número de focos da doença diminuiu 70%.

Em Santa Catarina, são 4.275 focos do mosquito. As cidades de Itajaí, Joinville e Itapema também possuem casos autóctones. Conforme a gerente de Vigilância de Zoonoses e Entomologia, Suzana Zeccer, já são cerca de 2 mil casos de dengue no estado.

Entretanto, o banco de dados interno do órgão está desde o início de maio com problemas técnicos, por isso não foi divulgado um número consolidado a partir dos dados dos municípios.





fonte: G1
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