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Quatro dos oito itens avaliados na premiação Aeroportos + Brasil se referem aos serviços auxiliares


Para a Abesata, essa é a percepção da importância do segmento de ground handling na aviação brasileira

No começo de abril, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República anunciou os vencedores do Prêmio Aeroportos + Brasil, uma pesquisa feita com 60 mil passageiros nos 15 aeroportos que respondem por 95% da movimentação do país. A grande novidade para o segmento de ground handling é que dos oito quesitos avaliados, quatro se referem aos chamados serviços auxiliares. 

“Avaliar a eficiência da restituição de bagagem, check in, raio x e as facilidades oferecidas ao passageiro é perceber a importância dos serviços auxiliares na percepção de qualidade da aviação civil brasileira”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo).

Miguel, que acompanhou a solenidade de entrega do prêmio em Brasília, disse que o reconhecimento do valor dos serviços auxiliares é um grande passo para um setor tão pouco valorizado como o de ground handling. “Pouca gente sabe o que está por trás da operação para permitir que um voo decole, quanta gente trabalha nos bastidores para garantir que a aeronave esteja limpa, abastecida com combustível e todos os itens necessários para o conforto e a segurança dos passageiros, incluindo a comida, as malas sejam embarcadas e a aeronave seja movimentada para seguir para a pista e decolar”, afirma o presidente da Abesata.

Na premiação Aeroportos + Brasil 2015, o Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Recife, foi escolhido o melhor do país pelos passageiros. O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, venceu em quatro categorias, incluindo check in mais eficiente, mais confortável, raio X mais eficiente e maior cordialidade. Na categoria de mais eficiente restituição de bagagem o vencedor foi o Aeroporto de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o mais limpo foi o de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, e o aeroporto com mais facilidades ao passageiro foi o Aeroporto Afonso Pena, de Curitiba. A lista completa dos eleitos pelos passageiros está em http://www.aviacaocivil.gov.br/noticias/2015/04/passageiros-escolhem-o-aeroporto-do-recife-como-o-melhor-do-brasil

No Brasil, as chamadas Esatas (Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo) estão presentes em 70% das operações da aviação comercial, seja na realização de serviços operacionais (abastecimento de água, catering, carregamento de bagagem etc), serviços de proteção, serviços de emergência e serviços comerciais. Os dados fazem parte do levantamento do 1.° Anuário Brasileiro de Serviços Auxiliares de Transportes Aéreos, lançado no fim do ano passado.

Ao todo existem hoje 211 empresas de Esatas no Brasil, sendo que a maior parte está em São Paulo, 70 companhias, seguido de Minas Gerais, com 45, Rio de Janeiro, 36, e Rio Grande do Sul, com 31 empresas do setor. A maioria se concentra na prestação de serviços operacionais para as empresas aéreas regulares, 147 empresas, mas muitas estão envolvidas com outros serviços, tais como atendimento de aeronaves (60), limpeza de aeronaves (50), movimentação de carga (50), atendimento e controle de embarque de passageiros (38), entre outros. Mais informações em www.abesata.org




fonte: Egom PR Agency
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