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Quanto uma pós-graduação aumenta sua remuneração?


Na década de 80, ter graduação já era o diferencial para se sobressair no mercado de trabalho. Ao decorrer dos anos, no entanto, as exigências aumentaram consideravelmente. Hoje, é sabido que investir em cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado tem impacto direto na remuneração. Mas, precisamente, quanto esses cursos acrescentam no salário?

Um estudo elaborado pela empresa de recrutamento Produtive comparou o nível de escolaridade e remuneração de 400 executivos. A pesquisa apontou que apenas 23% dos profissionais possuem apenas graduação. Já quase 70% têm uma ou mais pós-graduação e 9% são mestres e doutores.

Comparando os salários destes profissionais, os que tinham graduação em seu currículo ganhavam uma remuneração média de R$ 5.812. Já o grupo pós-graduado apresentou uma média salarial de R$ 9.306. Isso significa que ter uma pós aumentou cerca de 60% sua remuneração.

Mas, segundo a pesquisa, a maior diferença está na remuneração do grupo de profissionais com mestrado ou doutorado. Com uma remuneração média de R$ 13.804, esses executivos ganham 137,51% e 48,33% mais que aqueles com graduação e pós-graduação, respectivamente.

Segundo o CEO da Produtive, Rafael Souto, isso acontece porque o mestrado e, em algumas posições, doutorado passaram a ser valorizados por muitas empresas. “A pós-graduação, para o nível executivo, virou commodity. Para aumentar a capacidade de se engajar em diferentes trabalhos, as pessoas perceberam que precisam investir em pós-graduação mais avançada”, explicou.

Além disso, de acordo com Souto, as companhias entenderam que, para aumentar sua competitividade, necessitam de profissionais diferenciados, que seguem se atualizando. Muitas empresas incentivam seus executivos e até bancam os estudos ou parte deles. “Há um amadurecimento de ambos os lados. Os profissionais, preocupados em gerir da melhor forma sua carreira, buscam diferenciação por meio de capacitações mais avançadas. Já as empresas passaram a valorizar não apenas a prática e a técnica, mas também a vida acadêmica e até a pesquisa. Claro, ainda há um distanciamento entre as organizações as universidades. Mas isso tem melhorado ano a ano”, conclui Souto.


fonte: msn notícias/carreira
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