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Número de órgãos transportados por empresas aéreas cresce 18% em seis meses


O transporte por avião de órgãos para transplantes no Brasil registrou um aumento de 18% no primeiro semestre de 2014 em comparação com o mesmo período de 2013. O aumento é fruto de um acordo de cooperação técnica assinado em dezembro entre Secretaria de Aviação Civil, Ministério da Saúde, companhias e agentes do setor aéreo para agilizar o embarque do material, que se perde caso não seja transportado rapidamente.

Nos seis primeiros meses deste ano, foram transportados em voos comerciais 639 órgãos, 1.723 tecidos e 1.764 outras partes do corpo humano, o que representa mais de um terço dos 11.393 transplantes realizados no país.

“Estamos satisfeitos com os resultados após a assinatura do acordo, já que observamos um maior aproveitamento dos itens para transplantes por conta da agilidade no transporte. Se podemos contribuir para salvar vidas, não mediremos esforços”, afirmou o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco.

Uma parceria entre os agentes do setor aéreo para melhor aproveitamento dos itens para transplante já existia desde 2009. O documento de dezembro, assinado pelas companhias GOL, TAM, Passaredo, Trip/Azul, Oceanair/ Avianca, prevê a presença de um funcionário da Central de Transplantes 24h por dia na sala de decisões colaborativas do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea, localizada na área militar ao lado do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Assim, a Central Nacional de Transplantes (CNT) solicita voos diretamente às empresas aéreas, que apontam o melhor voo para atender a demanda em tempo hábil para que o transplante possa ocorrer.

De acordo com dados da CNT, em 13 anos houve um aumento exponencial no número de voos autorizados para fins de transplante, passando de 67 em 2000 para 6.064 em 2013.

Assessoria de Imprensa Aviação Civil
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