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Aeroportos desenvolvem soluções para estruturas de armazenagem


Em regime de concessão ou não, os aeroportos desenvolvem programas de melhorias na estrutura existente. A Infraero investiu, no ano passado, R$ 36 milhões no aprimoramento na Rede de Terminais de Logística de Carga, Teca. Os recursos destinaram-se principalmente à compra de equipamentos que melhoram a movimentação das cargas nos terminais.

Os aeroportos de Manaus (AM) e do Galeão (RJ) integraram esse bloco. Foi dado início às obras do complexo logístico do Aeroporto de Palmas (TO). A reforma no setor de armazenagem do aeroporto de Vitória (ES) está em curso. As obras do terminal do Recife começarão em breve. Aracaju (SE) e Salvador (BA) contam com instalações mais adequadas desde o final do ano passado. No primeiro semestre deste ano, passaram 233.413 toneladas pelos 31 terminais de carga da Rede Teca.

Quando assumiu o controle do Aeroporto Internacional de São Paulo, em fevereiro de 2013, o consórcio Gru Airport anunciou investimentos de R$ 45 milhões até 2017 para aumentar a capacidade de armazenamento de carga em 66,4%. Uma das áreas possibilitará a ampliação dos volumes de importação e exportação de produtos que necessitam refrigeração.

Em maio, inaugurou-se a câmara-fria de exportação e, até o final de julho, entra em operação a de importação. A conclusão do projeto permitirá que o volume das câmaras suba para 26 mil m3. As câmaras existentes antes da ampliação serão revitalizadas. Foram adquiridas empilhadeiras e equipamentos de raio-X, renovação da frota de veículos e reforma dos transelevadores, equipamentos para movimentação da carga. De janeiro a junho, Guarulhos movimentou 164.852 toneladas.

A concessionária Aeroporto Brasil Viracopos investiu na estrutura e nos processos de liberação de cargas. Destinou R$ 9 milhões a um novo sistema de gestão, previsto para entrar em funcionamento em 14 meses. A ferramenta possibilita que o controle alfandegário, a tarifação e faturamento funcionem de forma integrada. O pacote de software identifica o lugar mais apropriado para armazenagem, melhora a ocupação dos espaços e dá agilidade à operação. A área de importação ganhou 1.200 m2 para a liberação de cargas. Ampliou-se o espaço coberto para a carga que vem do exterior em 8 mil m3. O complexo frigorífico passou de 13 mil m3 para quase 21 mil. Também houve a compra de empilhadeiras. No total, Viracopos movimentou 120.264 toneladas no primeiro semestre deste ano.

A partir de agosto, o consórcio Aeroportos do Futuro, formado pela Odebrecht e pela Changi, de Cingapura, assumirá a administração do Aeroporto Internacional do Galeão, o quarto maior terminal em movimentação de carga. O consórcio AeroBrasil, composto pela CCR, uma empresa suíça e outra alemã, responderá pelo aeroporto de Confins (MG) na mesma data. Os vencedores ficaram com 51% do controle de cada aeroporto e a Infraero, com 49%. As concessões integram o programa de investimentos em logística, desenvolvido para melhorar a qualidade dos serviços e da infraestrutura aeroportuária brasileira. "Essa foi a forma de o governo conseguir quebrar a inércia do atendimento às necessidades de investimentos na expansão e remodelação dos aeroportos", diz o consultor Mario Luiz Ferreira de Mello Santos, presidente da Aeroconsult - Planejamento e Projetos de Aeroportos.

"A concessão dos maiores aeroportos brasileiros está levando a uma mudança na forma como as operações de comércio exterior são conduzidas", diz o consultor técnicos da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, Abear, Adalberto Febeliano.
 
 
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fonte: Valor Econômico
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